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Updated: Jul 26, 2025



Willian Oliveira de Sá

Formado em Filosofia e graduando em Teologia pelo universidade PUC-RIO.



Um imprescindível fato biográfico que diz respeito ao teor filosófico de Gilbert Keith Chesterton é a sua familiaridade com a filosofia tomista, donde encontra, praticamente, todo o arrimo para a construção do seu pensamento; já que ele próprio diz que o tomismo é a filosofia do senso comum. Fato esse que se vê corresponder com a apresentação anterior sobre o “método filosófico natural”, sem dizer de tantas outras aproximações que rotundamente poderiam ser descritas, o que cobraria uma maior extensão dissertativa. Tais contribuições do Doutor Comum foram de relevante ajuda para a solidificação da reta intenção de G. K. Chesterton, que quando jovem estava ameaçado a sucumbir às ondas das heterodoxias modernas, como se tornava natural naquele período e naquela região de Londres.


O professor Ivanaldo Santos, no artigo que escreveu a esse respeito: “A influência de Tomás de Aquino na obra de G. K. Chesterton”, elenca cinco questões que justificam o quão acentuado é o espírito tomista na obra chestertoniana. É como se segue: Primeiro, o uso equilibrado da razão, isto é, não permitia que a razão fosse a única via de acesso ao conhecimento, mas era convicto de que ao lado da razão caminha a fé - que em momentos, para Chesterton, bem pode ser comparada com a imaginação. Contudo, de igual modo estava atento ao extremo oposto, o de se negar a razão e fazer de suas obras, surrealistas ou fideístas. Nesse sentido complementa o professor Ivanaldo:


"É o uso equilibrado da razão que fez Chesterton compreender que é preciso defender a supremacia da civilização e do Ser contra a barbárie e o Não-Ser. Enquanto muitos escritores e filósofos defendem a barbárie, o niilismo e o Não-Ser, Chesterton, fundamentado pelo pensamento do Aquinate, demonstrou que defender a barbárie e o Não-Ser é um absurdo. Para ele, defender essas questões é negar o princípio básico da realidade, ou seja, que existem objetos no mundo."


A segunda questão versa sobre a influência de Vincent Joseph McNabb, Padre dominicano que teria sido amigo e professor e um dos principais contribuidores para a conversão de Chesterton ao catolicismo, que teve sua vida empregada na defesa do cristianismo, utilizando como arma sua vasta sabedoria em matérias de teologia e filosofia, por exemplo. Depois de o cientificismo e o positivismo, no século XIX, tentarem banir a Igreja Católica e depois de a submeter a um período de perseguição, ao evidenciarem-se grandes figuras como o Cardeal Newman e o Pe. Robert Hugh Benson que difundiam o pensamento genuinamente católico, é que se fortalece a proximidade entre Chesterton e o Padre McNabb, tratava-se de as atenções estarem voltadas fortemente para o tomismo, novamente.


E é no contexto do entusiasmo intelectual desse novo florescer que o Professor Ivanaldo também dirá no mesmo artigo que Chesterton destacava-se dentre os mais qualificados alunos para os quais o exímio Padre McNabb lecionava tomismo, com uma eficaz peculiaridade, porém, jamais trabalhada pelo movimento neotomista: a literatura. Na década de 1930, em plena maturidade artística e intelectual, Chesterton afirmava que Tomás de Aquino é uma “mente multifacetada” , um “titã de vigor intelectual” e “um herói” [28] para todos que lutam em prol da verdade e da fé. Por causa disso o Aquinate tornou-se “um dos dois ou três maiores homens que já viveram”.


A terceira questão, diz respeito à solução para a questão social, que oferece a teoria do Distributivismo, a qual está em conformidade com a Doutrina Social da Igreja. Chesterton nutre entusiasmo pelo distributivismo devido, também, aos estudos das obras de Santo Tomás que fornecia os caminhos para se construir uma justa solução, que não pendesse nem para usura do capitalismo, nem para a escravidão socialista. Com isso via a incompatibilidade das teorias do liberalismo selvagem e do socialismo com a proposta do Evangelho. Dessa forma, busca o autor, também, evitar que ambos: capitalismo e comunismo, gerem o materialismo, o qual é também fonte de loucura para humanidade, uma vez que os dois estão a se digladiar pelas realidades meramente materiais (O que será mais desenvolvido no segundo capítulo).


A quarta questão traduz a fabulosa criação do personagem Padre Brown, homem dotado de esplêndida lógica aristotélica-tomista, que o auxilia no desvendar de crimes policiais e enigmas, e com isso entrou para a classe das grandes obras de romance policial, à semelhança de “Sherlock Holmes”. Nos contos do Pe. Brown, Chesterton faz uso da lógica aristotélica-tomista, a qual o próprio Chesterton alega ser a lógica por excelência. Além disso, nesses contos há uma grande abertura para a dúvida e a objeção. Seguindo o método desenvolvido por Tomás de Aquino.


Com isso, numa casuística muito bem-humorada e instigante, G. K. Chesterton transmite profundas lições da Fé Cristã e da eficaz lógica tomista - o quanto vale conhecer sobre as estruturas do raciocínio, seus erros (as falácias), etc. - que triunfam sobre grandes problemas modernos, - que se procurará explanar novamente mais adiante -, como por exemplo os apontados por Daniel Araujo em seu artigo “As lições do Padre Brown”: enganosos extremos, otimismo e pessimismo, isto é, a reprovação radical pela desistência e a aprovação também radical pela permissividade irrefletida, que são vencidos pelo amor transcendental, ou seja uma motivação para se ganhar outrem para o bem, sem qualquer razão terrena, mas com o puro e simples desejo de lhe querer o bem eterno, a vida em Deus, como está exposto em Ortodoxia; o cientificismo que é vencido pela reflexão de que “no fim o que importa é conhecer a alma humana”.


Como dito por Daniel Araujo o que atesta que há dramas que não cabem em um “tubo de ensaio”, não são comprovadas em laboratório; a contradição do ateísmo crédulo e estúpido. “Conhece a famosa citação de Chesterton: “Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa”? Pois então, na verdade ela foi colocada na boca do sacerdote detetive em A Incredulidade do Padre Brown.” Ao se dizer que não se acredita em Deus porque não é visível, por exemplo, acaba por ocorrer de ter de fazer um esforço maior ainda e esdrúxulo, de se acreditar em qualquer crendice. Isso é verificável numa certa contradição no escolher não acreditar no Deus único e verdadeiro, cuja doutrina é acessível e confiabilíssima, em contrapartida optar por fiar-se em doutrinas obscuras, pouco acessíveis e dignas de desconfiança; por último, a soberba e o orgulho no achar-se sempre superior moralmente, que pode facilmente desembocar na desonestidade intelectual, uma vez que se que se obstina pela vaidade e pelo amor próprio desordenado, os critérios do juízo sobre a veracidade e validade deixam de ser a razão e limita-se na vontade, por sua vez subjugada pelos apetites, o que pode ser vencido pela humildade que conduz ao reconhecimento da própria contingência, da suscetibilidade aos erros e do quanto lhe falta conhecer diante da contemplação da verdade (conhecimento).


Por fim, a quinta questão diz da peculiar biografia de Santo Tomás de Aquino escrita por Chesterton com grande familiaridade e entusiasmo, com cujo estilo singular que lhe é próprio, convida a uma profunda reflexão quanto ao nível de compactuação e adesão, do mundo e individual, às heterodoxias, já que, inclusive, são justamente os católicos dissidentes, o público-alvo da biografia. Esses que pelo acatamento dos erros modernistas pouco a pouco vão se afastando da sanidade mental, assunto que será objeto da apresentação mais adiante. É por causa disso que nessa biografia Chesterton denuncia os “erros modernos” e, acima de tudo, o “retorno ao paganismo” promovido pela modernidade. Segundo ele, é por causa desse retorno que a maioria das escolas filosóficas modernas duvidam da possibilidade de pensar. E, com isso, o pensamento é reduzido ao niilismo, à negação de tudo e de toda esperança.


Com isso mister é afirmar rotundamente que os frutos do caminhar de Chesterton pelos pensamentos como os de Santo Tomás tornaram-se de grande proveito para todos os seres humanos da atualidade, cujos intelectos encontram-se cada vez mais obscurecidos pelos erros e mentiras dos raciocínios modernistas, uma vez que como diz o Padre Scott Randall Paine, é Chesterton um precursor para a atualidade, dos grandes filósofos clássicos, dado que já não se tem tanta facilidade na abstração das meditações propostas por Sócrates, Platão, Aristóteles, Santo Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Santo Alberto Magno, São Boaventura etc. Em outras palavras, Chesterton, com seus excepcionais e notáveis predicados -clareza, genialidade, espirituosidade, segurança, retidão, bom-senso, sabedoria etc- é um atalho agradável e confiante de se percorrer de volta à sã filosofia, a ponto de inclusive transformar essas vias em romance policial, por exemplo, como é o caso de Padre Brown.


Chesterton é importante porque muitos não são mais capazes de ler Platão, Aristóteles e Aquino. Perdeu-se a visão do mundo em seu sentido universal, fomos enterrados sobre camadas de insignificância. Sua obra é na verdade uma preparação para a verdadeira filosofia, uma antítese à filosofia moderna que se recusou a começar pelos pontos de partidas evidentes, como a existência deste mundo e de um criador.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

ARAUJO, D. As lições do Padre Brown. Sociedade Chesterton Brasil, 2019. Disponível em: <https://www.sociedadechestertonbrasil.org/as-licoes-do-padrebrown/>. Acesso em: 18 nov. 2021

 

MAIER, J. A influência de Tomás de Aquino na obra de G. K. Chesterton. Sociedade Chesterton Brasil, 2020. Disponível em: <http://www.sociedadechestertonbrasil.org/a-influencia-de-tomas-de-aquino-naobra-de-g-k-chesterton/>. Acesso em: 18 nov. 2021.

 

PAINE, S.R. Chesterton e o universo. Brasília: UnB, 2001.

Updated: Nov 17, 2024





Carlos Eduardo Carneiro Costa Hermeto

Formado em Filosofia e graduando em Teologia pelo universidade PUC-RIO.


Adrentrar-se no artigo de fé do Credo: “Foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria”, é deparar-se com um pilar do Catolicismo: a Santíssima Virgem Maria. Em sonho, S. Dom Bosco, inspirado por Deus, certa vez enxergou um grande navio governado pelo Papa e duas colunas acompanhavam a navegação. No topo de uma coluna se encontrava a Eucaristia, a Salvação dos que Creem (Salus Credentium), e no da outra Nossa Senhora, o Auxílio dos Cristãos (Auxilium Christianorum). Por este sonho muito expressivo, nota-se a magnitude da centralidade de Nossa Senhora no Credo Petrino. O mistério da vida de Jesus Cristo está intimamente unido a sua Mãe. Ele a escolheu, como bem ensina S. Luís de Monfort, para ser o meio perfeitíssimo para começar e terminar a sua obra redentora. Assim sendo, o Catecismo da Igreja Católica, em vista de ensinar os fieis o papel elementar de Maria na histótia da salvação convida os fiéis a aprofundar o conhecimento da Mãe de Deus contemplando os 4 dogmas afirmados sobre ela.


O primeiro Dogma confirmado sobre Nossa Senhora, o de sua divina maternidade, foi de extrema importância. Maria é mãe de Deus - esta afirmação dogmática foi fruto do amadurecimento do estudo da Cristologia em defesa das heresias dos primeiros séculos. A partir do momento que os Padres da Igreja, em especial os capadócios[1] em consonância com os alexandrinos[2], passaram a ter ia maior preocupação de afirmar a união hipostática de Cristo, ou seja a pessoa divina do Filho que assume em plenitude a natureza humana (Jesus Cristo é inteiramente Deus e homem, sem divisão e nem confusão, sem mudança e sem separação).  Segue-se a seguinte conclusão, se Nossa Senhora é Mãe de Jesus, não pode ser mãe apenas da natureza humana, mas ela gera em seu ventre o Deus humano, Nosso Senhor Jesus Cristo. Em uma relação trinitária pode-se dizer que, o Pai elegeu Nossa Senhora para gerar o Filho através da força do Espírito Santo. Portanto em um mistério de amor Deus escolheu Nossa Senhora para ser sua Mãe através do mistério da encarnação. Este dogma foi proclamado no 1º Concílio de Éfeso em 431, e demonstra a sublime dignidade de Nossa Senhora e o amor que Deus depositou na Virgem[3].


O segundo dogma a ser proclamado é o da Virgindade perpétua de Nossa Senhora (áeiparthenos), significa que Maria foi virgem antes do parto, durante o parto, e depois do parto (ante partum, in partu, et post partum). Essa afirmação não deve nos surpreender, pois Deus realizou grandes milagres na economia da salvação, sendo este um consideravelmentesublime, pois foi em vista de acentuar a dignidade de Nossa Senhora e de sua missão sobrenatural de ser Mãe do Cristo. O Catecismo da Igreja Católica recorda que são inválidos os argumentos que acusam Jesus de ter irmãos - como Tiago e José em Mt 13,55 - pois nas escrituras o vocábulo irmãos é utilizado em muitas ocasiões para se referir a parentes próximos. Pelo contrário as Escrituras corroboram para uma analogia de Nossa Senhora à Arca Incorruptível da Aliança (Ex 25, 10-11; Dt 10,3; Lc 1,49). Ainda a exegese contemporânea se utiliza das passagem de Lc 1, 35 Τὸ γεννώμενονἅγιον κληθήσεται υἱὸσ θεοῦ - que literalmente é “Aquele que nascerá santo será chamado filho de Deus” referindo-se assim a um parto especialmente separado pela santidade de Cristo. Este dogma foi proclamado em 553 no II Concílio de Constantinopla.


O terceiro e o quarto dogma, apesar de desde os primórdios da Igreja estarem presentes na fé comum católica, foram proclamados solenemente como verdades de fé em tempo mais recente. O Dogma da Imaculada Conceição de Maria, do qual o documento Lumen Gentium diz: "foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função." Em vista da grande missão que Nossa Senhora havia de realizar, ela nasceu sem a mancha do pecado original; nas mesmas condições de Eva. Para restaurar o não da primeira vivente, Nossa Senhora abraça com seu fiat uma missão corredentora, a de ser Mãe de Deus e de todos os viventes. O dogma da Imaculada foi proclamado em 8 de dezembro de 1854 pelo Papa Pio IX pela bula ineffabilis Deus.


Como aquela que perfeitamente se uniu ao mistério de Jesus, pelo sim da encarnação e da entrega do Filho à Cruz, Nossa Senhora também recebeu a graça de acompanhar Jesus na glória dos Céus em corpo e alma antes do fim dos tempos. Cristo no fim de sua vida ascende ao Céu por suas forças para reinar até o fim dos tempos. Para honrar o mistério da Maternidade de Maria, ela no fim de sua vida é assunta aos Céu para ser Rainha de toda corte celeste. Assim nos diz o CIC 966: “A assunção da Virgem Maria é singular participação na ressurreição de seu Filho e antecipação da ressureição de outros cristãos.” Este dogma foi proclamado em 1º de novembro 1950 pelo Papa Pio XII, na constituição Munifincentissimus Deus:


"Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".


Estes 4 dogmas são expressão da grandiosidade da materna relação de Nossa Senhora com a Igreja. Cristo no algoz sofrimento da Cruz, confiou os membros da Igreja, representados pelo discípulo amado, sob a proteção de Nossa Senhora. E assim, confirmou para o corpo, a grandiosidade da Virgem: “eis tua mãe” (Jo 19,27). Resta concluir que Igreja que é corpo de Cristo e imagem da Virgem, confirmou na fé dos fiéis a magnificência de Nossa Senhora a partir da proclamação dos 4 dogmas. Maria é Nossa Mãe, sempre Virgem, Imaculada e Rainha Assunta do Céu e da Terra. 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BENTO XVI. Audiência Geral: A divina Maternidade de Maria. Roma, 2008. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2008/documents/hf_ben-xvi_aud_20080102.html>. Acesso em: 29/06/2024.


BÍBLIA DE JERUSALÉM. Edição revista e ampliada. São Paulo: Paulos, 2013.

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. São Paulo: Loyola, 2000.


PAULO VI, Lumen Gentium, Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II. Roma, 1964. Disponível em: <https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html>. Acesso em: 29/06/2024


PIO XII, Constituição Apostólica Munifincentissimus Deus. Roma, 1950. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus.html > Acesso em: 29/06/2024


Notas de Rodapé:


[1] São Basílio Magno (330 – 379 d.C), São Gregório de Nissa (335-394 d.C.), São Gregório Nazianzeno (330-390 d.C).

[2] Santo Atanásio de Alexandria (296-373 d.C),, São Cirilo de Alexandria (375 - 444 d.C),

[3]  “A humanidade de Cristo não tem outro sujeito senão a pessoa divina do Filho de Deus, que a assumiu e a fez sua desde que foi concebida. Por isso, o Concílio de Éfeso proclamou, cm 431, que Maria se tornou, com toda a verdade. Mãe de Deus, por ter concebido humanamente o Filho de Deus em seu seio: ‘Mãe de Deus, não porque o Verbo de Deus dela tenha recebido a natureza divina, mas porque dela recebeu o corpo sagrado, dotado duma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne’.” CIC, 92

 

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